quarta-feira, 29 de setembro de 2021

PARABÉNS ALTER DO CHÃO, PELO PRÊMIO DE MELHOR DESTINO TURÍSTICO DO BRASIL EM 2021.


Com 97,55% dos votos dos participantes de enquete no país, ÁLTER DO CHÃO, em Santarém, no Oeste do Pará, CONQUISTOU O PRÊMIO DE MELHOR DESTINO TURÍSTICO NACIONAL EM 2021, no XXXI Prêmio UPIS de Turismo, nesta segunda-feira (27). Na segunda colocação ficou a Chapada Diamantina, na Bahia, com 1,48% dos votos, e, na terceira posição, Jalapão, no Tocan.

Álter do Chão é um dos distritos de Santarém e está localizado na margem direita do rio Tapajós. Dista do centro da cidade cerca de 37 quilômetros através da rodovia estadual Everaldo Martins (PA-457).

Em 2009, o jornal inglês The Guardian elegeu Álter do Chão como uma das mais belas praias do Brasil.

 A Itália foi o vencedor da categoria Melhor Destino Turístico Internacionais em 2021.

O Prêmio UPIS de Turismo foi criado em 1990, com o intuito de homenagear personalidades e empresas, que contribuem para o desenvolvimento do turismo brasileiro. Em 22 anos de premiação, diversas instituições tiveram seus trabalhos reconhecidos. A UPIS – Faculdades Integradas fica em Brasília (DF).


Fonte: Blog do Jeso - Fotos extraídas do Google


quinta-feira, 22 de julho de 2021

PROFESSOR RUROPOLENSE É APROVADO EM MESTRADO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ.

Deslivan Bento da Silva

DELISVAN BENTO DA SILVA é professor da rede municipal em Rurópolis, licenciado em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil – ULBRA, com mais alguns títulos de especialização na área. Nos dois últimos anos se empenhou na busca por uma vaga no curso de mestrado acadêmico oferecido pelo Programa de Pós Graduação em Educação Instituto de Ciências da Educação – PPGE, por meio da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA, na participação de candidatura para o desfecho do processo seletivo em 2021, foi aprovado para pesquisar na linha de História, Política e Gestão Educacional na Amazônia, ocupando o 4º lugar dos 07 oferecidos nessa linha.

Parabéns professor Delisvan, sucesso nessa Jornada!!!!


Um pequena homenagem, dos amigos do futuro Mestre

quarta-feira, 21 de julho de 2021

DEFESA CIVIL NACIONAL REPASSA R$ 115 MIL A TRÊS CIDADES ATINGIDAS POR CHUVAS INTENSAS - SEU MUNICÍPIO OU SUA CIDADE, TAMBÉM PODE SER BENEFICIADO...

Mojuí dos Campos - Pará - Brasil

Receberão os recursos os municípios de Matipó e Abre Campo, em Minas Gerais, e MOJUÍ DOS CAMPOS, NO PARÁ.

Brasília (DF), 20/7/2021 - O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Defesa Civil Nacional, vai repassar mais de R$ 115 mil a três cidades atingidas por chuvas intensas.

Em Minas Gerais, o município de Matipó vai receber quase R$ 74 mil para restabelecer a trafegabilidade em vias da cidade e reconstruir um muro de contenção. Já Abre Campo  terá acesso a R$ 15 mil para restabelecer uma cabeceira de concreto.

No Pará, Mojuí dos Campos vai contar com R$ 26 mil reais para a compra de alimentos e itens de limpeza e de higiene pessoal.

COMO SOLICITAR RECURSOS FEDERAIS

Para solicitar os recursos federais destinados a ações de defesa civil, estados e municípios afetados por desastres naturais devem ter decretado situação de emergência ou estado de calamidade pública. Em seguida, o reconhecimento federal deve ser solicitado ao MDR, por meio do  Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). O pedido deve atender aos critérios da  Instrução Normativa n. 36, de 2020.

Após a publicação do reconhecimento federal por meio de portaria no Diário Oficial da União (DOU), o estado ou município pode solicitar repasses para restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução de equipamentos de infraestrutura danificados pelo desastre. Com base nas informações enviadas por meio do S2iD, a equipe técnica da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com a especificação do valor a ser liberado.


Fonte: Imprensa MDR - 
cynthia.ribeiro@fsbcomunicacao.com.br

'DESMATAMENTO NÃO É VANTAJOSO PARA O BRASIL', AFIRMA EX-MINISTRO ALYSSON PAOLINELLI NA CONFERÊNCIA ENTENDENDO A AMAZÔNIA.

Ex- Ministro Alysson Paolinelli

Indicado ao Prêmio Nobel da Paz, Paolinelli diz ter 'esperança de que a ciência mostre e demonstre que a árvore vale mais em pé do que caída'

"O desmatamento é um fator que nós temos de coibir. O desmatamento não é vantajoso para o Brasil; a agricultura não depende dele. Ao contrário", afirmou Alysson Paolinelli durante palestra na conferência virtual "ENTENDENDO A AMAZÔNIA", que acontece até o dia 22 de julho. De acordo com o ex-ministro da Agricultura – indicado ao Prêmio Nobel da Paz –, "a continuar o desmatamento nas proporções atuais, poderá acontecer dificuldades nos chamados grandes rios aéreos", que "abastecem" regiões produtoras com umidade quente. Essa umidade, que se encontra com as ondas frias que surgem do Sul, provocam chuvas que beneficiam as plantações do país, informa.

"Felizmente, o desmatamento não vem da agricultura: é um fenômeno de especulação de madeireiros que utilizam a madeira da Amazônia para exportar, o que não deve continuar acontecendo. Eles estão contra a lei. A lei ali tem de ser respeitada, porque não há nenhuma vantagem no Brasil com esse desmatamento. Estamos interessados muito mais na abundância biológica na Amazônia. É realmente o maior volume de biologia no mundo e poderá ajudar o Brasil no desenvolvimento pela ciência da bioeconomia, nova fase em que nós vamos entrar", complementou o ex-ministro da Agricultura.

Mineiro, Paolinelli tem 84 anos e começou a atuar com a agricultura há seis décadas. Nesse período, além de ter assumido a pasta federal da agricultura em 1974, foi secretário estadual da mesma área de Minas Gerais (durante três períodos entre 1971 e 1998) e dirigiu a então Escola Superior de Agricultura de Lavras – que se transformou na atual Universidade Federal de Lavras. No Ministério da Agricultura, sua gestão foi responsável pela criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esse trabalho contribuiu para que esse personagem histórico fosse indicado à edição de 2021 do Prêmio Nobel da Paz.

"O Brasil criou, nesses últimos 40 anos, uma agricultura tropical altamente sustentável, com a vantagem de que, só com as tecnologias existentes hoje, poderemos, na área antropizada, ter condições de suportar toda a demanda mundial de alimentos em 2050", analisou Paolinelli. "No Brasil, a árvore está valendo mais caída do que em pé. Nós temos esperança de que a ciência mostre e demonstre o contrário. Essa é uma tarefa que teremos daqui em diante", finalizou o ex-ministro.

ENTENDENDO A AMAZÔNIA

A conferência, que tem duração de 19 a 22 de julho, tem o objetivo de informar corretamente a sociedade em geral e buscar melhores caminhos para essa riqueza, integrando a preservação com a produção sustentável. Tudo isso sem conotação política. São 28 palestras destinadas a todos os públicos no Brasil e no exterior. O conteúdo ficará gravado e disponível até 31 de julho no site  www.entendendoaamazonia.com.br

"Nesse evento, reunimos pessoas que têm grande conhecimento da região e vão contar objetivamente seus pontos de vista a partir de uma vivência real da Amazônia", diz Xavier Boutaud, cofundador da Agri-Rex, organizadora da conferência. “É uma grande honra e uma satisfação trazer um programa em que lideranças do maior destaque vêm compartilhar generosamente seu conhecimento."

A programação aborda desenvolvimento sustentável, impacto do desmatamento nas mudanças climáticas e na produção de alimentos, importância da atuação dos fundos internacionais na preservação do bioma e o papel do agronegócio nesse contexto. Sempre com renomados especialistas. "Juntos, nossos palestrantes e entrevistados somam mais de 900 anos de experiência, todos unidos num profundo respeito à Amazônia", complementou Boutaud.

Primeiro dia de conferência

Além de Xavier Boutaud e Alysson Paolinelli, o primeiro dia da conferência contou com Denis Minev, diretor-presidente da Bemol e cofundador e conselheiro da Fundação Amazonas Sustentável, que abordou o potencial econômico do bioma. Em seguida, a diretora de ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Ane Alencar, traçou o histórico dos incêndios florestais na Amazônia e abordou estratégias preventivas para evitar o problema.

Sergio Vergueiro – membro do Conselho do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) – e Roberval Lima – doutor em engenharia florestal e pesquisador da Embrapa – debateram como áreas desflorestadas e degradadas na Amazônia são recuperadas pela plantação de castanheiras. À tarde, o jornalista e sócio-diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon, salientou que "para entender a Amazônia precisamos enxergar o que está dando errado".

Já no fim do primeiro dia de palestras, a jornalista Jacqui Fatka – editora de política da norte-americana Farm Progress Companies – apresentou perspectiva dos Estados Unidos a respeito da prevenção de incêndios florestais e de como enfrentar os desafios climáticos mundiais, enquanto Teresa Cristina Vendramini – presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB) – falou sobre os desafios do produtor rural na região Norte.

Por fim, a ex-secretária de Coordenação de Políticas para a Amazônia do Ministério do Meio Ambiente, Muriel Saragoussi, palestrou sobre como compreender a Amazônia sob a ótica da sustentabilidade e da sociobiodiversidade, encerrando o primeiro ciclo da conferência.

Dia 20 de julho: entre os principais temas abordados estão questões climáticas, bioeconomia, piscicultura, manejo florestal e a importância dos rios para a produção agropecuária.

Para conferir as palestras, acesse www.entendendoaamazonia.com.br.


Rafael Iglesias - Texto Comunicação - rafael@textoassessoria.com.br - 55 11 971 245 243

 

terça-feira, 22 de junho de 2021

HOJE... SANTARÉM, 360 ANOS!

Vista aérea de parte da frente da cidade

E o tempo vai passando...

O início, apenas a história conta.

Quantas coisas aconteceram daqueles tempos heroicos até esta festa de 360 anos.

Imortalizada a saudade na letra de Wilmar Fonseca musicada por Wilson Fonseca, a Canção da Minha Saudade aí está como o hino do santareno ausente e como guardador de lembranças dos mocorongos da velha guarda.

E é com essas lembranças, mesclando um escrito meu de 2015 que hoje quero homenagear esta Terra Querida.

As praias "tão belas, prateadas como aquelas do torrão em que nasci" permanecem apenas na poesia e na canção para apaixonar ainda mais os corações ausentes.

A Caieira e o Laguinho desapareceram.

Praia de Alter do Chão

No Mapiri não há mais carinho e nem se ouve o canto do sabiá.

As praias prateadas da frente da cidade sucumbiram sob o peso do concreto.

E a bela Coroa de Areia? Sob as águas da vazante ela ainda aparece medrosa já sem a cristalinidade de outrora.

E a praia do Salé?

Sim, aquela que era vizinha da Coroa.

E a praia de São Marco, que era "tão branquinha"?

Para onde foi a "candura da Prainha, da Vera Paz, da Maria José"?

As canoas à vela, as catraias e os estivadores não mais existem como outrora.

O hidroavião não mais espalha a água límpida do rio Tapajós com o seu pouso barulhento.

Ponta de Pedras

O Castelo cedeu seu lugar.

O pequeno mercado se multiplicou.

Não se ouve mais o serviço de propaganda que se ouvia em toda a cidade.

O HD tomou conta das nossas casas.

Edifícios apareceram, novos e populosos bairros vão surgindo atabalhoados, carentes e distantes.

Nossas "colônias" ficaram próximas.

O "interior" das festas nativas, do caboclo inculto, se esvaziou por necessidade de vida melhor. A velha professora que usava sua régua educativa, cedeu lugar à professora que indica a web para ampliar conhecimentos.

A sala de leitura se esvaziou.

O livro carcomido pela utilização constante deu lugar à interatividade.

Pindobal

O tinir do sino da Matriz não mais anuncia as Missas "das cinco" e nem a hora do Ângelus.

Mas ali está a Garapeira Ypiranga para contar a história. O Centro Recreativo para lembrar o glamour de uma sociedade seleta.

O Frei Ambrósio das escadarias seculares cedeu uma parte de si para um belo Mirante que, de tempo em tempo, se revitaliza na tentativa de se tornar uma atração do turismo moderno e sobreviver.

Os rios Tapajós e Amazonas continuam sua briga ferrenha, feroz...

E a minha, a sua nostalgia se mescla a tudo.

E aqui, na minha Terra Querida, o vento matutino acalma minha saudade, o nascer e o pôr do sol me consolam e as nuvens brancas ou escuras deste céu santareno, eternamente, permanecem anunciando o que virá.

Mas a bela, a histórica, a amada, a vaidosa e a moderna Santarém continua abençoada pela Virgem da Conceição. E está aqui diante dos meus olhos e entranhada no meu coração.

Parabéns, "terra querida"!

(Santarém, 22/06/2021, 07:21hrs)


Texto de EMANUEL FIGUEIRA, fotos ilustrativas extraídas do Google


quarta-feira, 2 de junho de 2021

PAPA NOMEIA BISPO NASCIDO EM SANTARÉM PARA COMANDO DA ARQUIDIOCESE DE SÃO LUIS.

Dom Gilberto Pastana

DOM GILBERTO NASCEU EM 29 DE JULHO DE 1956, EM BOIM, DISTRITO DE SANTARÉM/PA

O papa Francisco acolheu nesta quarta (2) o pedido de renúncia apresentado por dom José Belisário da Silva ao governo pastoral da arquidiocese de São Luís (MA), por motivo de idade, conforme o cânon 401 do Código de Direito Canônico.

Foi escolhido pelo pontífice como sucessor de dom Belisário o até então bispo de Crato (CE), DOM GILBERTO PASTANA DE OLIVEIRA. A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saudou o novo arcebispo e enviou agradecimentos ao novo bispo emérito.

Paraense de Boim, distrito de Santarém (PA), dom Gilberto nasceu em 29 de julho de 1956. Estudou Filosofia na Universidade Federal do Pará e no Instituto de Pastoral Regional (IPAR), onde também cursou Teologia. Sua ordenação sacerdotal ocorreu em 27 de julho de 1985, na paróquia Cristo Libertador de Santarém (PA). Dom Gilberto Pastana Oliveira é mestre em Teologia Espiritual pela Faculdade Teresianum, em Roma.

Nomeado bispo de Imperatriz (MA) pelo Papa Bento XVI, em 3 de agosto de 2005, foi ordenado no dia 28 de outubro daquele ano, na Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Santarém (PA). Escolheu como lema episcopal “Venha o teu reino (Mt 6, 10a)”. A posse foi no dia 13 de novembro.

Durante seu ministério em Imperatriz, dom Gilberto serviu ao Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como referencial para Liturgia, para as CEBs e os leigos, de 2005 a 2016. E entre 2010 e 2015, foi presidente do Regional.

Em 18 de maio de 2016, o Papa Francisco o nomeou bispo coadjutor da diocese de Crato. Sua apresentação aconteceu na Sé Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, no dia 17 de julho de 2016. Dom Gilberto exerceu o ofício de bispo coadjutor até sua nomeação como bispo diocesano, em 28 de dezembro de 2016.


Com informações da CNBB/FONTE: BLOG DO JESO

terça-feira, 18 de maio de 2021

EM ESTADO GRAVÍSSIMO, PADRE VALDIR SERRA AGUARDA LEITO DISPONÍVEL NO HOSPITAL REGIONAL.

Padre Valdir Serra

O padre santareno VALDIR SERRA, 73 anos, encontra-se em estado de saúde “gravíssimo”, segundo nota do hospital da Unimed Oeste do Pará, onde o religioso está internado desde o início do mês – dia 5.

Ele luta contra um câncer gástrico.

 Eis a nota da Unimed, desta segunda-feira (17). O BJ apurou que até agora o padre permanece no hospital particular.

NOTA OFICIAL

O Hospital da Unimed Oeste do Pará informa que o estado de saúde do Padre Valdir Soares Serra é considerado, pela equipe médica, Gravíssimo.

O paciente está internado desde o dia 05 de maio, quando apresentou hemorragia digestiva em decorrência de cirurgia anterior para tratar um câncer gástrico.

Ontem à noite, 16 de maio, fez-se necessário uma nova abordagem cirúrgica. O paciente encontra-se atualmente em ventilação mecânica na Unidade de Pacientes Graves do hospital Unimed.

Segundo o médico infectologista, Dr. Alisson Brandão que o acompanhou hoje e registou a evolução, as próximas horas são fundamentais para balizar o agravamento ou não do quadro clínico do paciente.

Em decorrência da gravidade, o hospital Unimed solicitou transferência para o hospital Regional do Baixo Amazonas e aguarda disponibilidade de leito.


Fonte: BLOG DO JESO

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