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Coleta de amostras de água para estudo de balneabilidade |
Encerra
no domingo (31) a primeira etapa de coletas de água para os estudos de
balneabilidade das praias santarenas em 2021. Na manhã desta quinta-feira (28),
ocorreu mais um dia de coletas na praia do Maracanã. Os trabalhos iniciaram na
segunda-feira (25). A iniciativa é da Prefeitura de Santarém, sob coordenação
da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA).
“Desde 2017 todas as etapas dos estudos
do Programa de Monitoramento da Balneabilidade das Praias da orla fluvial
direita do Rio Tapajós, em Santarém, apontam a permanência das praias
santarenas como ‘Próprias/Excelentes’ para banho. É uma forma de garantir a
segurança tanto aos nossos banhistas da cidade, quanto aos turistas”,
destacou o secretário de Meio Ambiente João Paiva.
As
praias que passam pelos estudos são as consideradas com o maior fluxo de
banhistas na cidade, sendo a Ponta do Muretá, Ponta de Pedras, Pajuçara e
Maracanã. Além disso, Álter do Chão onde são feitos seis locais de coletas:
Praia do Centro de Atendimento ao Turista (C.A.T.); Canal principal do Rio
Tapajós; Praia do Cajueiro; Escadaria da Orla de Álter do Chão; parte final da
Orla de Álter do Chão; Ilha do Amor e Igarapé do Macaco. Assim, são monitorados
onze pontos ao longo da orla fluvial direita do Rio Tapajós.
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Amostras de água coletadas em praias de Santarém são analisadas em laboratório |
Em
novembro de 2020, cinco principais praias da orla fluvial direita do Rio
Tapajós em Santarém, que tiveram coleta de água para estudo de balneabilidade,
foram consideradas "próprias/excelentes" para banho.
Os
estudos seguem requisitos determinados pela Resolução Conselho Nacional de Meio
Ambiente (Conama) nº 274 de 2000. Consideram os parâmetros que verificam a
presença ou não de fatores microbiológicos indicadores de qualidade da água.
Além disso, os parâmetros químicos, o potencial hidrogeniônico (PH) e como
parâmetro físico, a temperatura da amostra (°C).
“O procedimento indica que a coleta deve
ser feita no perfil liminológico [estudos físicos e biológicos] e
aproximadamente 1 (um) metro de profundidade. É ali que vamos caracterizar a
qualidade da água”, informa a coordenadora da CONÁGUA Ambiental,
Wilma Coelho.
Ao
longo da etapa, são feitas cinco coletas consecutivas com intervalos de 24
horas. São processadas 55 (cinquenta e cinco) análises de campo e 55 (cinquenta
e cinco) exames microbiológicos em laboratório.
Fonte: G1 Santarém
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